Primavera Verão

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

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Polícia: Dupla é presa com quase 200 pedras de crack em Aliança

Dois homens foram presos por tráfico de drogas, na manhã deste domingo (28), em um barraco, próximo do Matadouro do município de Aliança, Mata Norte do Estado. José Carlos da Silva, conhecido por "Índio", 38, e Carlos Alberto da Silva, popular "Pitanga", 18, foram flagrados com 190 pedras de crack, além de uma quantia de R$ 124. Segundo a PM, os acusados vendiam o entorpecente à luz do dia, quando foram surpreendidos pela guarnição.

A prisão foi realizada por policiais militares da ROCAM (Sd Saraiva, Sd Gutran e Sd Prado). Boa parte da droga foi encontrada dentro de um colchão e no telhado do imóvel.

A dupla foi encaminhada para a 44ª Delegacia de Goiana, onde foram autuados em flagrante.

Parte de perna humana é achada embaixo de passarela do metrô


Resto mortal estava próximo de elevado da estação Prazeres
Parte de uma perna humana foi achada, neste sábado (27), embaixo da passarela da estação Prazeres do metrô, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife. De acordo com o Instituto de Criminalística (IC), acionado para a ocorrência, não havia sinais de crime no local, apenas o resto mortal foi encontrado no lado da passarela voltado para os trilhos.
Segundo o Instituto Médico Legal (IML) do Recife, a parte era equivalente a uma coxa humana e tinha uma tatuagem de um olho. Ainda não foi possível identificar se a coxa pertence a um homem ou uma mulher, mas acredita-se que pode ser feminina.
O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A reportagem tentou, mas não conseguiu contato com o Metrorec, responsável pela administração do metrô.
Fonte: G1 PE

Filha do prefeito de Palmares sofre acidente na BR-101, veja o resgate

Um acidente na BR-101 deixou duas pessoas feridas no final da tarde deste sábado (27) próximo a Escola Agrícola em Palmares. Estavam no carro o jovem Otto Portela e Maria Letícia, que é filha do atual prefeito de Palmares João Bezerra (PSB). O acidente aconteceu por volta das 16h30 da tarde.

Filha do prefeito de Palmares sofre acidente na BR-101
Foto: Portal Pe10
Segundo testemunhas o carro bateu em uma van. Outros motoristas que viajavam pela pista informaram sobre o acidente. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram enviadas para o local. Segundo testemunhas os ocupantes da van sofreram ferimentos leves e não precisaram de atendimento.
De acordo com as primeiras informações  a jovem foi levada para o Hospital Regional do Palmares. O outro ocupante foi retirado do veiculo e transferido para um Hospital no Recife. O Samu não informou os estado de saúde dos envolvidos no acidente.
Na manhã deste sábado o prefeito participou de uma caminhada com o candidato a deputado federal João Fernando Coutinho pelas ruas de Palmares. Um internauta gravou pelo celular momentos após o acidente, no vídeo é possível ver o trabalho da equipe de resgate com uma das vitimas que recebeu os primeiros atendimento ainda na pista.
Fonte: 
Portal PE 10

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Mototaxista é morto a golpe de facão após discussão em Barreiros

Imagem da Internet


Um mototaxista de 35 anos foi assassinado com um golpe de facão depois de uma discussão no município de Barreiros, na Mata Sul de Pernambuco, na noite do domingo (28). O 10º Batalhão da Polícia Militar, que registrou a ocorrência, informou que o crime aconteceu por volta das 18h, na comunidade Massa Falida. Segundo os moradores da região, a vítima teria brigado com outro homem durante um bingo.
De acordo com a PM, tanto a vítima quanto o suspeito moravam na comunidade. Eles estavam participando de um bingo e começaram a discutir. O moto-taxista teria seguido o homem até a casa dele depois da briga. Lá, ele recebeu um golpe de facão na cabeça e morreu no local.
A PM encontrou a arma utilizada, mas o suspeito fugiu e ainda não foi encontrado. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife.
Fonte: 
G1 PE

Parentes e amigos participam do velório do assessor Geivson Barreto em J. Nabuco

Geivson Barreto do Nascimento, assessor de deputado
Geivson Barreto do Nascimento, assessor de deputado
Momentos de luto e consternação no velório de Geivson Barreto do Nascimento, 33, assessor parlamentar do deputado estadual João Fernando Coutinho, na manhã dessa segunda-feira (19/9).
Gilvan Barreto, Secretário de Saúde de Joaquim Nabuco e tio do assessor, revelou que sente profundamente a morte do sobrinho e que recordará sempre sua alegria de viver. “Geivson era uma boa pessoa, brincalhona, que tinha um ótimo relacionamento com todos que conheceu. Ele não fará falta apenas aos seus parentes, mas a todo o povo de Joaquim Nabuco”, declarou.
João Barreto, primo do rapaz, lembrou que ele precisou lutar muito para conseguir evoluir na carreira. “Geivson teve um começo humilde na carreira, mas, com bastante empenho, acabou crescendo na vida, sempre mantendo o bom humor e a espontaneidade”, disse. Muito emocionado, ele afirmou também que o momento era de muitas condolências a toda a região. “Essa é uma hora de luto para os moradores de Joaquim Nabuco e também das cidades vizinhas, porque Gilvson sempre estava ao lado da população, contribuindo com ideias para a melhoria de toda gente”, enfatizou.
A vereadora Laudicéa Maria da Silva (conhecida como Irmã Lau do Sapatinho), presidente da Câmara de Vereadores de Joaquim Nabuco e tia de Geivson Barreto, disse que ele tinha uma alma generosa e grande coração. Também muito emocionada, afirmou que o rapaz sempre buscou cultivar as antigas amizades e os fortes laços familiares e que, embora fosse tia, tinha por ele um amor maternal. “Ele tinha no meu coração um espaço dedicado a um filho. Mesmo trabalhando na Assembleia Legislativa no Recife, sempre arrumava um tempinho para visitar os amigos e familiares em Joaquim Nabuco”, afirmou.
A viúva Camila Barreto, muito abalada, disse que seu objetivo agora é fazer, do filho de um mês do casal, um homem honrado como foi o pai dele. “Será uma luta difícil, mas a vida segue. Agora tentarei fazer do nosso filho um homem tão decente e digno como seu pai”, disse. Ela declarou também que seu esposo é lembrado por todos como alguém de coração enorme, sempre pronto para estender as mãos, não apenas em J. Nabuco, mas em Palmares e cidades circunvizinhas. “Geivson possuia um coração muito grande. Nunca negou uma ajuda a quem lhe pediu, aqui em Joaquim Nabuco, Palmares, Água Preta. É uma perda muito grande pra todos nós”, finalizou.
Geivson Barreto do Nascimento faleceu após sofrer um grave acidente na manhã de domingo (28/9). Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, ele teria tentado fazer um retorno em alta velocidade, perdeu o controle do veículo e capotou diversas vezes até sobrar à margem da rodovia BR-101, entre Palmares e Joaquim Nabuco
Fonte: 
Nova Quilombo

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Top 10 - Leis que você não conhecia

O Código de Trânsito possui tantas regras que é difícil conhecer todas. Você pode estar desrespeitando leis sem saber


 
 
 
 
  • Top 10 - Leis que você não conhecia
  • Top 10 - Leis que você não conhecia Nada de seca A regra é clara Saiba usar as luzes Atenção à velocidade Alarme irritante Sapato adequado Celular só por Bluetooth Mãos sempre no volante Itens obrigatórios Bom cidadão
     
 
O Código de Trânsito Brasileiro foi criado em 1997 e possui ao todo 341 artigos. Com tantas regras, é difícil conhecer todas. Por isso, o iCarros aproveita o Dia Nacional do Trânsito, celebrado em 25 de setembro, para destacar algumas leis que você talvez não conhecia

Sob gritos de 'ladrão', Maluf se compara a Jesus em carreata

Três dias após o TSE barrar sua candidatura com base na Lei da Ficha Limpa, deputado faz ato de campanha nas ruas de São Paulo

Paulo Maluf (© Werther Santana - Estadão Conteúdo)
São Paulo - O candidato do PP a deputado federal Paulo Maluf voltou a fazer campanha nesta sexta-feira, 26, três dias depois de a Justiça Eleitoral ter barrado sua candidatura. O ex-prefeito participou de uma carreata sob gritos de "ladrão" e se comparou a Jesus Cristo ao comentar as recentes decisões judiciais contra ele.
"Quem entra na vida pública tem que saber que também Jesus Cristo foi injustiçado, JK foi injustiçado, Getúlio (Vargas) foi injustiçado. Muita gente foi injustiçada", afirmou Maluf questionado sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que barrou a candidatura do ex-prefeito com base na Lei da Ficha Limpa. Com isso, Maluf ficaria impedido de disputar as eleições deste ano.
Na terça-feira, a maioria dos ministros do TSE negou recurso de Maluf e entendeu que ele é inelegível devido a uma condenação por crime de improbidade administrativa cometido durante sua gestão na Prefeitura de São Paulo. A Justiça Federal se apoiou em decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que, em 2013, condenou o ex-prefeito, acusado de superfaturamento durante a construção do Complexo Viário Ayrton Senna. Maluf foi prefeito entre 1993 e 1996.
Maluf tem questionado o fato de ter sido considerado inelegível. Ele voltou a recorrer da determinação da Justiça alegando que não há dolo ou enriquecimento ilícito em sua condenação.
"O acórdão do TJ foi explícito que não há dolo, nem enriquecimento ilícito. A condenação do prefeito foi muito clara: culposa. Portanto não gera inegibilidade", afirmou o candidato, negando qualquer tipo de abatimento com o ocorrido.
"Nós vamos continuar, dentro do nosso Estado de Direito, sem nos enervar e sem nenhum tipo de tristeza, nos defendendo. Eu não estou impedido de fazer campanha. E meu número vai estar na urna eletrônica: é 1111", disse Maluf, que se considerou inocente e o político "mais ficha limpa da cidade de São Paulo".
Durante pouco mais de uma hora, o candidato percorreu as ruas do Brás em cima de um jipe vermelho. Sentado no banco da frente, Maluf foi só simpatia ao distribuir cumprimentos a todos os passantes, mesmo aos que retribuíam com xingamentos ou cara feia.
"Seu vagabundo!", gritou um eleitor quando a carreata passava. "Ladrão! Seu safado!", berraram outros. Maluf respondia sempre com um sorriso e um aceno.
Antes de embarcar no jipe, o ex-prefeito falou sobre as pesquisas de intenção de voto de presidente e governador. Ele declarou voto à presidente Dilma Rousseff (PT), a quem classificou de "mais instrumentada" para o cargo.
"Não dá para a gente trocar os pneus com o carro andando. Eu voto em Dilma, porque ela é mais instrumentada, mais competente", afirmou Maluf, cujo partido está aliado ao PT no âmbito federal.
O candidato também elogiou o governador Geraldo Alckmin (PSDB), tratado por Maluf como amigo. O PP hoje está coligado ao candidato do PMDB ao governo do Estado, Paulo Skaf, mas antes integrava a equipe de Alckmin no Palácio dos Bandeirantes. O partido estava alojado na diretoria da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano, órgão ligado à Secretaria de Habitação de Alckmin.
"Cada um tem seu estilo. O governador Geraldo Alckmin é um homem de bem, é um homem honrado e está tendo maioria nas pesquisas", disse Maluf. Mas criticou em seguida:
"Eu não reprovo o estilo dele. Mas o meu é um pouco diferente. Ele diz estar desacelerando a violência. Isso para mim não é motivo de alegria. Motivo de alegria é acabar com a violência.  Em vez de matar 30, mata 29 e fica feliz com isso", afirmou. O ex-prefeito disse ainda que lugar de bandido é na cadeia e afirmou que se fosse governador teria colocado a Rota na rua.
Ainda criticando o tucano, Maluf afirmou que o governo paulista investiu pouco no setor hídrico, segundo ele a principal causa da crise de abastecimento de água. Para ele, Alckmin teria que demitir a diretoria da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. "Se eu fosse o governador, essa diretoria da Sabesp já estaria no olho da rua há muito tempo", disse ele.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Acidente na BH mata 5 pessoas, entre elas, candidato a deputado, sua esposa e pastor

Acidente mata o candidato a deputado Ondumar Marabá da Bahia
Acidente mata o candidato a deputado Ondumar Marabá da Bahia
Um acidente ocorrido na manhã desta quinta-feira (25) matou o candidato a deputado estadual Ondumar Marabá (PSC), na BR-349, região oeste da Bahia, segundo informações da assessoria da prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, município onde ele era vereador.
De acordo com a Polícia Militar da cidade de Correntina, prestadas por volta do meio-dia, o acidente deixou cinco mortos. A PM tomou conhecimento do acidente por volta das 7h15 desta quinta-feira. A assessoria de Luís Eduardo Magalhães aponta que o vereador Ondumar viajava em um veículo acompanhado da mulher e de um pastor, que também morreram no acidente.
Segundo informações preliminares da Polícia Militar de Correntina, o acidente envolveu uma caminhonete e uma kombi em colisão frontal. As causas ainda serão investigadas. A BR-349 faz divisa com o estado de Goiás. 
Acidente na Bahia mata o condidato a deputado Ondumar Marabá
Fonte: 
G1 Bahia



Revista Época: O jeito evangélico de pedir votos e fazer política

O breu e o silêncio da noite dominavam a ampla sala. Jovens sonolentos, de boné, calça jeans, camiseta e casaco de capuz formavam um círculo. Esperavam em pé, rodeados de cadeiras de plástico e uma mesa de som. Eram 5h20 de uma quarta-feira fria de julho, e o sol ainda não se erguera no Setor de Mansões de Sobradinho II – apesar do nome, uma área pobre de Brasília. Ainda na penumbra, o pastor Rodrigo Delmasso pôs fim à espera. Vestia calça e blusa de moletom. Subiu ao diminuto palco e se embrulhou numa bandeira do Brasil. “Vamos orar, gente?”, disse Delmasso.
Apertou bem os olhos, baixou a cabeça e abraçou o pastor titular daquela pequena igreja. Delmasso descarregou, com a voz forte e num só fôlego, a ladainha que induziria aqueles 25 jovens a um aparente transe. “Meu Deus, estamos vivendo neste país um momento de decisão. Nós pedimos, em nome de Jesus, que o Senhor possa, Pai amado e Pai querido, conduzir essas eleições. Que levante homens justos, homens para ocupar a posição de poder que estejam ligados ao Pai, comprometidos em estar trabalhando pelo bem das pessoas!” “Aleluia”, respondiam incessantemente, mãos ao alto, os fiéis. “Que o Senhor possa levantar, meu Deus, homens e mulheres que combatam a desigualdade social, que combatam a violência, que possam combater, em nome de Jesus, todas as mazelas existentes em nossa sociedade. Que o senhor possa levantar homens e mulheres de Deus que possam assumir a gestão do nosso país.” “Amém! Aleluia!” A oração durou três intensos minutos. Acenderam-se as luzes.
Política Gospel
Delmasso, de 34 anos, é um jovem pastor da igreja evangélica Sara Nossa Terra. É também candidato a deputado distrital – em Brasília, o equivalente a deputado estadual. Numa cruzada político-religiosa, ele tem madrugado para visitar igrejas, falar sobre “a sociedade que queremos” e pedir orações. A panfletagem tradicional fica do lado de fora dos templos. Por lei, ele não pode pedir voto no culto. Pode, no entanto, suplicar que rezem por ele. Até outubro, esse tipo de cena se multiplicará nos milhares de igrejas do país. Candidatos evangélicos de diversas denominações (só pastores são 270) tentarão chegar ao Congresso.

Delmasso é um dos 345 postulantes a um mandato que usam na urna títulos como “pastor”, “bispo” ou “missionário”, segundo um levantamento feito por ÉPOCA. É um crescimento de 47% em relação a 2010 e mais que o triplo de 1998. Num Brasil cada vez mais evangélico, que pode eleger um deles para o Planalto, ÉPOCA acompanhou de perto o jeito evangélico de fazer política – e campanha. Seguimos dois pastores-candidatos. Um foi o próprio Delmasso, do PTN, pastor de uma igreja fundada em 1992, com mais de 1.000 templos e 1,3 milhão de fiéis. O outro foi o deputado federal Ronaldo Fonseca, candidato à reeleição pelo Pros do Distrito Federal. Fonseca é pastor da Assembleia de Deus, maior e mais tradicional denominação evangélica do país, fundada em 1910, com mais de 12 milhões de seguidores.  

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Naquela manhãzinha gelada de julho, depois da reza pelo futuro do país e pela qualidade de seus líderes, preferencialmente “homens de Deus”, Delmasso conversou com os jovens. Estava descontraído. Muitos deles admitiram ser ex-dependentes químicos. O culto acontece tão cedo porque os moradores de periferia madrugam para trabalhar – e o caminho é longo. Os ônibus já circulavam lotados na avenida em frente ao templo antes das 6 horas. Delmasso não falou explicitamente que era candidato. Não precisava. Os presentes foram avisados na semana anterior de que ele estaria ali naquele dia. “Quem não quiser me ouvir falar não vem”, diz Delmasso, enquanto dirige seu carro pelas ruas vazias de Brasília. Seu raciocínio é simples: não é pecado usar o púlpito para falar de um país melhor, para incentivar o fiel a exercer seu papel de cidadão. Desde que não se peça voto. Delmasso não é exatamente carismático. Mas sabe falar com os jovens – e ouvi-los. Ele perora por dez minutos sobre os perigos de uma sociedade onde crianças têm acesso a livros em que se ensinam posições sexuais. Sobre as ameaças de uma legislação que visa baixar a idade de consentimento sexual dos 14 para os 12 anos – ou, como ele define, “a legalização da pedofilia”. Ambas as questões passam longe da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Ele prossegue. Fala da proteção de suas filhas contra as drogas, tema sob medida para aquele público. Roga que os fiéis pensem no futuro que querem para si. A conferência é encerrada pelo pastor daquela unidade. Ele pede bênçãos “para a caminhada do Rodrigo”.

Assim que atravessam a porta de ferro rumo à calçada, os jovens recebem um jornalzinho do partido de Delmasso, o anódino PTN, cujo diretório em Brasília é presidido por ele. Delmasso está espalhado pelas quatro páginas do folheto. Em seu currículo, antes da formação em gestão pública e da pós-graduação em serviço social, vem o título de pastor. “O eleitor não é alienado. Nenhum ser humano admite ser manipulado por outro”, diz Delmasso. Nem em nome de Deus? “Não aceita, não aceita, não aceita. A pessoa pode escolher, dentro de seus conceitos e valores internos. Mas isso é o estado democrático de direito, o direito de livre escolha. Não temos de julgar se é certo ou errado.” Já acomodado no sofá da sala de sua casa, Delmasso justifica a legitimidade de sua campanha comparando seu direito de defender os interesses de seu grupo ao de outros segmentos. Recorre aos sindicalistas. “Qual a diferença para um candidato que vai para a frente de uma fábrica, falar para os eleitores de seu setor? Muitos ainda usam o nome de Deus em segmentos que não têm nada a ver... É a pluralidade da democracia. A igreja é uma entidade social que representa um estrato da sociedade. Um bancário se elege para defender seus pares. Um taxista também. Se as categorias têm esse direito, por que a igreja, uma expressão da sociedade, não teria?”
 
CELEBRAÇÃO O pastor Rodrigo Delmasso (acima) apoia Aécio. No alto, Aécio participa da celebração de inverno da Sara Nossa Terra, a igreja de Delmasso (Foto: Marco Fernandes/ObritoNews e Beto Barata/Época)CELEBRAÇÃO
O pastor Rodrigo Delmasso (esq.) apoia Aécio. À direita, Aécio participa da celebração de inverno da Sara Nossa Terra, a igreja de Delmasso (Foto: Marco Fernandes/ObritoNews e Beto Barata/Época)
Delmasso argumenta ainda que o eleitor evangélico é mais resistente que os demais. Ficou arisco depois de tantos escândalos de corrupção envolvendo políticos que atuam sob o signo da fé. O mais devastador foi o escândalo dos sanguessugas, que veio à tona em 2006. Tratava-se do desvio de dinheiro público destinado à compra de ambulâncias. Um dos acusados foi o Bispo Carlos Rodrigues, da Igreja Universal do Reino de Deus, mensaleiro condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Naquelas eleições, a bancada evangélica no Congresso caiu de 61 para 36 parlamentares. O fiel passou a ver com imensa desconfiança o engajamento de seus líderes com a política. Depois veio a público a infame “Oração da Propina”, flagrada em vídeo divulgado em 2009 por Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM, esquema de distribuição de dinheiro em troca de apoio dos deputados distritais. Nas imagens, o ex-deputado Júnior Brunelli, filho do fundador da igreja evangélica Casa da Bênção, abraça o colega Leonardo Prudente, então presidente da Câmara Legislativa do DF, e Durval Barbosa, então secretário do governador José Roberto Arruda, responsável por repartir a propina. Prudente reza: “Olha, somos gratos pelo amigo Durval, que tem sido um instrumento de bênção para as nossas vidas e para essa cidade, que o Senhor contemple as questões do seu coração. (...) A sentença é o Senhor quem determina, o parecer e o despacho é o Senhor que faz acontecer”.
"Um bancário se elege para defender seus pares. Se ele tem esse direito, por que a igreja não teria?"
Rodrigo Delmasso, pastor
A “Oração da Propina” deixou os evangélicos descrentes. Muitos não queriam mais votar em seus pastores. “Quando falo com irmãos da igreja, tenho de convencê-los de que sou diferente. Eles me questionam: ‘Quem garante que você não entrará lá e se corromperá, sujando o nome da igreja?’. São mais difíceis do que qualquer outro público”, diz Delmasso. Não há mesmo como provar quanto a crença do fiel se converte em voto aos candidatos oficiais das igrejas ou aos indicados por seus líderes. O próprio Delmasso, que tentou se eleger em 2010, teve 6 mil votos. Virou apenas suplente. Somente em Brasília, a Sara tem 70 mil fiéis e 105 templos. Há indicadores, porém, de que escolher candidatos oficiais nas igrejas e “orar” por eles dá resultado. A tese de mestrado da cientista política Isabel Veloso, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, mostra que os evangélicos gastam menos do que qualquer outro candidato para se eleger. Metade dos deputados evangélicos eleitos em 2010 gastou até R$ 5 por eleitor. Entre os demais eleitos, 21% gastaram essa quantia. “O eleitor, de qualquer segmento, quer escolher em quem votar tendo o menor esforço possível. Quando o líder religioso já é ou indica o candidato, essa escolha é facilitada”, diz Isabel. “Some a isso o fato de que os evangélicos têm um grau altíssimo de frequência nos cultos. Nas igrejas pentecostais, especialmente a partir de duas semanas antes da eleição, a exposição ao tema político com esse tipo de discurso é muito grande.”

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Sob o termo “evangélico” cabem dezenas de igrejas. Uma pequena amostra: Delmasso, depois do culto da madrugada, fez um corpo a corpo no Shopping Popular de Ceilândia, outra área pobre de Brasília. Num raio de 2 quilômetros, ÉPOCA identificou 16 templos de igrejas evangélicas distintas. Entre elas, a Igreja Pentecostal Tabernáculo de Cristo, a Igreja Pentecostal Carruagem de Fogo, o Ministério das Nações Soberania Divina, a Igreja Batista El Shadday e a Igreja Evangélica Cristo Reina. Nem todas as denominações são inclinadas ao palanque. A divisão mais comum é entre evangélicos de missão (as igrejas mais antigas, como batista, adventista e presbiteriana); pentecostais (as nascidas no início do século XX nos Estados Unidos e no Brasil, como Assembleia de Deus, Congregação Cristã do Brasil, Quadrangular e Deus é Amor); e as neopentecostais (as igrejas criadas a partir dos anos 1970, como Universal do Reino de Deus e Sara Nossa Terra). As evangélicas de missão têm entre seus dogmas não se envolver diretamente com política. As pentecostais e as neopentecostais adotaram uma postura mais engajada desde o fim da ditadura. Foi quando a Igreja Católica aumentou sua bancada no Congresso. Os evangélicos temiam perder espaço e influência.

Uma pesquisa do sociólogo inglês Paul Freston mostra que o crescimento da bancada evangélica vem desde o início do processo de redemocratização. Uma decisão política, tomada pela cúpula de algumas igrejas ainda na década de 1980, foi fundamental para esse aumento da bancada. Naquele tempo, diz Freston, havia um discurso comum entre várias agremiações protestantes. Elas consideravam a política como a “esfera da corrupção e do pecado”. “Isso mudou em 1986. Quem liderou a mudança foi a Assembleia de Deus, que decidiu se organizar internamente e escolher candidaturas para apoiar”, afirma Freston. O trabalho dele mostra que, por volta de 1985, a cúpula da igreja decidiu apoiar 18 candidaturas para a Assembleia Constituinte.

Naquele momento, uma revolução foi forjada nas igrejas pentecostais. Aos poucos, a crença de que política era coisa do diabo foi trocada pelo mantra “Irmão vota em irmão”, professado num livro com o mesmo título, escrito por Josué Sylvestre, um assembleiano e assessor do Senado. Nele, Sylvestre diz: “Pastores do Brasil, em nome de Jesus Cristo, despertem para a realidade da conjuntura nacional; não deixem seus rebanhos sem uma orientação segura, coerente, oportuna e bíblica”. Em 1988, a representação evangélica avançou para 36 parlamentares. Eram 17. Hoje, são 75 deputados e três senadores. A estimativa do ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos, é que possa chegar a 90 deputados em outubro. A partir da Constituinte, a sobreposição entre religião e política foi tão intensa quanto questionada. Episódios recentes, como a escolha do pastor Marco Feliciano (PSC) para a presidência da Comissão dos Direitos Humanos na Câmara, uma das frentes mais progressistas do Legislativo, propiciaram o choque entre os “homens de Deus” e os “defensores do Estado laico”.

O Censo de 2010 mostra que é falsa a ideia segundo a qual o voto evangélico é iletrado e pobre. Ele mostra que 73,7% dos evangélicos ganham até três salários mínimos. Entre os católicos, essa percentagem é de 75%. Enquanto 48,5% dos evangélicos não têm estudo ou têm apenas o fundamental incompleto, esse número chega a 51,2% dos católicos. A Sara Nossa Terra atrai boa parte de seus seguidores nas classes A e B. O apelo é outro. No Brasil, os partidos políticos e o Congresso são as instituições com o menor índice de confiança entre a população. A igreja tem o maior. Um líder religioso que se propõe a levar à política os valores da igreja sai na frente do político ordinário, que não usa essa plataforma. “Essa defesa de valores e princípios é legítima”, diz Freston. “O problema é que os candidatos das igrejas normalmente não têm trajetória política, formação. Fixam-se em assuntos que não são obviamente políticos, como a família, e não têm preparo para lidar com os temas políticos reais, de que tratarão no Congresso.”

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Muitas vezes, os pastores-deputados escondem, por trás da luta pelos bons costumes, a intenção de defender os interesses da igreja enquanto corporação. Há alguns anos, a estratégia era principalmente para conquistar concessões de rádio e TV. Com essa rede de comunicação já estabelecida, os evangélicos passaram a ambicionar outros benefícios. Basta fazer um levantamento dos projetos propostos pela bancada evangélica que tramitam na Câmara. Intercalados aos que vedam a discriminação aos religiosos e aos que propõem consulta pública sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo, vêm os que excluem as igrejas da obrigação de pagar IPI na compra de automóveis, ou de atender o Estatuto de Impacto da Vizinhança na construção de um templo, ou ainda de pagar direitos autorais por músicas usadas em cultos. “Os candidatos oficiais das igrejas, depois de eleitos, ficam com uma enorme obrigação de atuar em nome da denominação”, diz Freston. A defesa da família acaba sendo só o discurso mais barulhento.

O deputado federal Ronaldo Fonseca, pastor e advogado de 55 anos, transita entre essas duas zonas da atuação de um pastor-político. Bem cedinho numa quarta-feira de julho, estava ele num galpão de Taguatinga, um dos bairros mais populosos do Distrito Federal. Cerca de 50 pastores da Assembleia de Deus da região se esbaldavam de café com leite, pão com manteiga, laranjas e bolo. Fonseca é baixinho. Quase desaparece diante de um grande cartaz com uma foto sua e a frase “Estarei obstinado a alcançar os sonhos que Deus escolheu para mim”. Sua voz preenche o espaço, fruto de 30 anos de pastoreio. Ele fez um balanço de sua atividade parlamentar. Argumentando que não atua só para o segmento, enumerou os recursos que ajudou a trazer para Brasília para construir centros para a juventude, criar clínicas da família, cobertura de quadras. Ato contínuo, perguntou: “Qual o maior patrimônio que temos? A família. Por que o Estado não entende isso? Por que o Estado aposta no desmonte da família?”. Fonseca é o coordenador dos 23 parlamentares da Assembleia de Deus no Congresso – eles querem chegar a 30 nesta eleição. Foi também, por dez anos, coordenador político da igreja. Viajava o país para convencer os fiéis a se envolver mais diretamente com o assunto. Na Câmara, é membro titular da Comissão de Cidadania e Justiça e suplente na de Direitos Humanos. “Sou o relator, o-re-la-tor, do Estatuto da Família”, diz, com voz de púlpito.
 
CULTO O pastor Ronaldo Fonseca (acima) fala a outros pastores em Taguatinga (Distrito Federal). Para a Presidência, ele apoia o Pastor Everaldo (no alto) (Foto: Beto Barata/Época)
Em sua van, depois de desfiar todas as ameaças contra a família que tramitam no Parlamento para os pastores e sugerir que eles “peçam ajuda para os amigos e a família na nossa caminhada”, Fonseca evoca, assim como fez Delmasso, os sindicalistas como contraponto de legitimidade para a atuação dos evangélicos. Afirma que, em seu ministério, está proibido falar de política nos cultos. ÉPOCA pergunta se é função do Estado regular a família brasileira. Primeiro, ele cita o Artigo 226 da Constituição. O texto diz: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. Ele emenda a seguinte analogia: “Se, na hora do almoço, alguém decide que, em vez de comer pela boca, vai comer pelo nariz, pelo ouvido, isso é normal? Com o tempo, ficará doente. Quem arcará com isso será o Estado. Então, ele deve interferir, como interfere nos acidentes de moto... Agora, você não pode ter preconceito, não pode discriminar”.
"O maior patrimônio é a família. Por que o Estado aposta no desmonte familiar?"
Ronaldo Fonseca, pastor
Cumprida a etapa da defesa da família pela manhã, naquela noite Fonseca ofereceu mais comes e bebes para pastores da cúpula de uma Assembleia de Deus do Guará. O jantar, oferecido para cerca de 180 pessoas num salão de festas da própria igreja, tinha como convidados especiais o governador Agnelo Queiroz, candidato à reeleição, e Geraldo Magela, secretário de Habitação e candidato ao Senado, ambos do PT. Sem o menor constrangimento, Agnelo e Magela peregrinaram até ali para pedir votos para si e para Fonseca. A recíproca era verdadeira. Agnelo discursou sobre a parceria que o DF tem com as igrejas em trabalhos sociais. “Irmãos e irmãs, o deputado Ronaldo é um grande parceiro. Trouxe as demandas das igrejas para nosso governo, e atendemos.” Quando Fonseca tomou a palavra, as demandas ficaram mais claras. Ele fez questão de agradecer ao secretário Magela por ajudar a resolver a disputa de um terreno próximo dali, cobiçado por ele e por uma igreja católica, em 1993. Fonseca levou.

Atestando o valor de seu capital político naquele jantar, Fonseca afirmou que aquele era um ministério sério, que não se vende. Disse que naquelas mesas estavam verdadeiros líderes. “Não como em outras reuniões em que eles pegam um diaconozinho qualquer e botam gravata.” Imediatamente, apresentou a fatura. “Voltando para o governo, governador, lembre-se sempre deste dia, do que essas pessoas estão fazendo por você.” Fonseca convidou outro pastor a fazer a oração de encerramento daquele jantar político-religioso. “Sabemos que a autoridade constituída está na mão do Senhor. E Lhe pedimos agora, Senhor, bênção em favor do governador, bênção em favor do candidato ao Senado, Senhor, aos candidatos a deputado federal e distrital. É em nome de Jesus que pedimos agora, Senhor, a proteção divina.” Ali, às claras e no burburinho da fé, o transe foi político.
Fonte: 
FLÁVIA TAVARES COM TIAGO MALI - Revista Época

terça-feira, 23 de setembro de 2014


Polícia Federal prende em Caruaru, professor suspeito de praticar pedofilia

Sidney Geovenazze Alves Silva, preso acusado de Pedofilia
Sidney Geovenazze Alves Silva, preso acusado de Pedofilia
Policiais da Delegacia da Polícia Federal em Caruaru, deram cumprimento a um Mandado de Prisão Preventiva, na tarde desta segunda-feira (22), em desfavor do professor, Sidney Geovenazze Alves Silva, de 37 anos, residente na Avenida Bom Pastor, no bairro Petrópolis.
Ele foi preso no dia 26 de agosto, na operação “ENIGMAH”, (nome dado em alusão à um dos investigados ser assinante da conta de e-mail que tinha o mesmo nome “enigmah2009”), mas foi liberado mediante o pagamento de fiança e o Ministério Público Federal o denunciou e solicitou a sua prisão e essa petição foi aceita pela 24ª Vara da Justiça Federal, que expediu sua prisão preventiva.
O crime que está sendo investigado é a publicação por qualquer meio de fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente (pena – reclusão, de 3 a 6 anos).
As investigações que tiveram início no começo de 2013 foram iniciadas através de informações encaminhadas por um grande provedor nacional de internet que detectou a existência de um usuário criador de uma página que estaria disponibilizando por meio da rede mundial de computadores (internet) imagens contendo pornografia envolvendo crianças e adolescentes. Tais denúncias culminaram com a instauração de 01 (um) inquérito policial e através da solicitação da quebra do sigilo telemático à justiça, descobriu-se então o endereço de onde tais publicações haviam sido feitas e compartilhadas.
Dos três endereços visitados pelos federais, apenas em um foi possível apreendermídias de cd’s, notebook, dvd’s e discos rígidos, onde peritos criminais federais utilizando de tecnologia e sistemas avançados de buscas por imagens ou vídeos com arquivos que contenham textura da cor pele, detectaram conteúdo pornográfico infantil, tendo sido o suspeito preso de imediato o professor, que trabalha exercendo a função de educador em um projeto do Governo do Estado com crianças, adolescentes e idosos numa escola de Caruaru/PE.
Após o término das buscas o detido foi autuado em flagrante pelo crime contido no Estatuto da Criança e do Adolescente (Artigo 241-B da Lei 8.069/90) por possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente (pena – reclusão, de 1 a 4 anos de reclusão) ele foi encaminhado á Penitenciária Juiz Plácido de Souza, onde ficará à disposição da Justiça Federal.
Em seu interrogatório o preso informou que cerca de 2 (dois) anos vem acessando sites de pornografia infantil e trocando arquivos com outras pessoas suspeitas via e-mail no intuito de descobrir quem são os criminosos que molestam e atacam criança através da pedofilia, porém nunca prejudicou qualquer criança ou manteve relação sexual
com nenhuma delas.
O ano passado (2013) a Polícia Federal instaurou 1500 inquéritos para investigar casos de pornografia infantil na internet. Este ano (2014) já foram instaurados 500 em todo o Brasil. Em Pernambuco no ano de 2014 já foram desenvolvidas 09 (nove) operações, cumpridos 34 (trinta e quatro) Mandados de Busca e Apreensão, prendeu 05 (cinco) prisões em  flagrante e detectado 20 (vinte) cidades com registro de pornografia infantil, e 17 (dezessete) suspeitos estão sendo investigados, alguns já foram indiciados e irão responder ao processo em liberdade.

As informações são do Jornalista Adielson Galvão