sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016


RELIGIÃO: A Primeira Igreja Batista de Itaquitinga exibe Cine Gospel em Família com filme " QUARTO DE GUERRA" Neste sábado 27

 Postado por: Jeosivaldo Cesar

A exibição do filme "QUARTO DE GUERRA" será neste sábado no templo da primeira Igreja Batista de Itaquitinga, a partir das 19hs na avenida Antonio Carlos de Almeida,é de graça não paga nada para ver o filme.


 



Elenco:

Priscilla C. Shirer – Elizabeth Jordan T.C. Stallings – Tony Jordan Karen Abercrombie – Miss Clara Beth Moore – Mandy
Michael Jr. – Michael
Jadin Harris – Jennifer Stephens

Direção: Alex Kendrick
Gênero: Drama, Religioso
Duração: 120 min.
Distribuidora: Canzion Films
Orçamento: US$ 3 milhões
Estreia: 07 de Janeiro de 2016
Sinopse: 
Tony e Elizabeth vivem um duelo interminável, até que a senhora Clara, uma nova cliente de Elizabeth, a desafia a guerrear pela sua família. Por meio da oração, ela permite que Deus batalhe por seu lar. Enquanto ela inicia seu quarto de guerra, Tony vivencia lutas internas, confirmando o que diz a senhora Clara, que as vitórias não se conquistam ao acaso.
Curiosidades: 
» Estreia como atriz da escritora e professora de religião Priscilla Shirer.
Trailer:

Família de motociclista morto por linha de pipa com cerol pede investigação da Justiça

Ubirajara Bandeira de Luna tinha 15 filhos de três casamentos. A família está inconsolável


Foto: Reprodução/internet



O mecânico Ubirajara Bandeira de Luna, de 46 anos, faleceu na noite dessa quinta-feira no Hospital da Restauração. Ele passou por cirurgia após ser atingido por uma linha com cerol, mas não resistiu a gravidade dos ferimentos.

Na tarde da última quarta-feira (24), Ubirajara Luna trafegada pela Avenida Abdias De Carvalho, nas proximidades da UPA dos Torrões, quando foi atingindo por uma pipa. Ele chegou a ser levado para a unidade de pronto atendimento, mas precisou ser transferido para o Hospital da Restauração por causa da gravidade dos ferimentos.
Um dos 15 filhos de Ubirajara, Artur Bandeira de Luna, estava próximo do local no momento do acidente e ajudou a socorrer o pai. Ubirajara passou aproximadamente quatros horas na sala de cirurgia, mas não resistiu a uma e parada cardíaca e morreu na sala de recuperação.
A irmã de Ubirajara, Gilvaneide Bandeira de Luna, diz que o clima é de revolta. A família registrou um boletim de ocorrência, denunciando o caso à polícia, já que a prática de usar linha de cerol para empinar pipas é proibida. Eles esperam que o crime seja investigado e os culpados sejam punidos.
O corpo de Ubirajara Bandeira de Luna permanece no Instituto De Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. O enterro deve acontecer na tarde desta sexta-feira (26).

Mais da metade das famílias de bebês com microcefalia em Pernambuco são de baixa renda

De acordo com especialista, falta de saneamento básico e condições de vida da população de baixa renda determinam o maior número de infecções nesse público.


Jakeline Maria da Silva, moradora de Porto de Galinhas (PE), carrega o pequeno Gustavo Henrique, de 2 meses. Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil

Levantamento feito no início deste mês pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude do estado mostra que das 1.203 notificações de suspeitas da síndrome, 636 envolviam mães inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais, criado para que pessoas de baixa renda tenham acesso a políticas públicas de distribuição de renda. Desse total, 77% são consideradas de extrema pobreza, ou seja, fazem parte de famílias cuja renda per capita seja de até R$ 47. De acordo com o Ministério da Saúde, hoje o estado conta com 1.601 casos suspeitos.
Para a chefe do setor de infectologia pediátrica do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, da Universidade de Pernambuco, Ângela Rocha, as condições de vida da população de baixa renda determinam o maior número de infecções nesse público.
“É onde se tem dificuldade de coleta de lixo, então atrai mais mosquito. Não tem um saneamento básico, não tem água encanada e tem que guardar em depósito. Elas têm dificuldade de usar repelente. E nunca, nesse calor aqui, por mais que a gente fale, protegem as extremidades. Todo mundo tem chance de ter a doença, mas essa população se expõe mais pela própria condição onde vive. E a dificuldade do saneamento básico é uma questão fundamental para a proliferação do mosquito”, avalia.
Apesar da felicidade pelo nascimento do novo filho, a condição de microcefalia do bebê deu à família gastos extras devido à necessidade de viagens constantes para exames e consultas. A dona de casa não tem renda, e o marido trabalha como garçom, sem salário fixo. “Quando tem sol, ele é chamado. Se não tem, nada feito”, conta Jakeline que recebe R$ 192 do programa federal.
Ela conta que, desde o nascimento de Gustavo Henrique, há 2 meses, cada viagem ao Recife para consultas onera a família em até R$ 60. “Além das passagens eu preciso almoçar e às vezes tomar café na rua, quando saio muito cedo. Quando meu marido vem junto, os gastos dobram. Isso porque ainda não conto com as adaptações que vou ter que fazer no futuro para que meu filho viva bem”, calcula.
Jakeline conta que optou por não usar o transporte gratuito oferecido pela prefeitura por medo de que o filho adoeça. “Ele é muito pequeno, tem imunidade baixa, e no carro vem todo mundo que faz tratamento no Recife, inclusive pessoas com tuberculose. Fiquei com medo de ele pegar alguma coisa”, explica. O horário de saída co carro também é ruim, na opinião da mãe. “Eu tinha que madrugar com ele e, às vezes, a consulta era só à tarde.” A dona de casa batalha para conseguir, com a ajuda do Conselho Tutelar em Ipojuca, um carro que esteja disponível só para ela e o bebê.
Deslocamentos dificultam vida das famílias
A falta de estrutura adequada para atendimento dos bebês com microcefalia no interior de Pernambuco é outro desafio para as mães dessas crianças, que precisam viajar de duas a três vezes por semana para as consultas.
“Seria bom se os atendimentos fossem mais próximos da minha casa, se tivesse um mutirão de consultas no interior em vez de ficar só voltado pro Recife. Porque é longe. O pessoal pensa que é perto, mas não é. É cansativo, tem que acordar cedo, estar no horário certo no hospital”, reclama a moradora de Ipojuca.
A médica Ângela Rocha, do hospital Oswaldo Cruz, referência no diagnóstico de bebês com microcefalia em Pernambuco, conta que a situação já foi pior. “A gente recebia de todo o estado. Tinha criança que chegava da cidade de Petrolina, que é em torno de 11, 12 horas de viagem. Além do estresse que a mãe já tem, esse deslocamento, e tinha que vir várias vezes, então era super cansativo”, conta a médica explicando que, depois do surgimento de diversos casos de microcefalia, o governo criou polos de atendimento em municípios mais distantes.
De acordo com a Secretaria de Saúde de Pernambuco, além da rede no Recife, existem atualmente mais quatro polos de diagnóstico e atendimento: em Caruaru, Garanhuns, Serra Talhada e Petrolina. Para atividades de reabilitação, o órgão informou que está finalizando o planejamento para que as Unidades Pernambucanas de Atenção Especializada (UPAEs) passem a reforçar a rede com atendimento de fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e oftalmologistas.
De acordo com o governo estadual, pessoas com deficiência e seus acompanhantes têm acesso a transporte coletivo gratuito na região metropolitana do Recife por meio do cartão Vem Livre Acesso. Atualmente, a média de espera para receber o cartão chega a 90 dias.
“Estamos discutindo para reduzir pela metade essa espera, e também para dar prioridade a famílias envolvidas nessa questão da microcefalia. Vamos fazer um mutirão até meados de março, até para divulgar, porque elas não sabem que têm esse direito. E vamos fazer uma busca ativa para orientar essas famílias para que possam acessar o Vem”, disse o secretário Isaltino Nascimento.
O gestor também informou que a pasta analisa a expansão do serviço para áreas além da região metropolitana. “Estamos discutindo também a possibilidade de deslocamento intermunicipal. Mas isso deve ser incluído em um novo edital de concessão dessas linhas. Aí não é só para microcefalia, mas para todas as pessoas com deficiência. Isso deve sair ainda em 2016.”

Com bandeira verde, conta de energia elétrica deve ficar mais barata a partir de abril

Para o consumidor, isso deverá resultar em uma redução média entre 6% e 7% na conta de luz.


Foto: divulgação/Celpe


A partir de abril, o consumidor deverá pagar menos pela energia. A redução será possível com a adoção da bandeira verde no sistema de bandeiras tarifárias, que adota as cores verde, amarela e vermelha para informar o consumidor, a cada mês, se a energia está mais cara ou mais barata.
“Com isso, a partir de abril não haverá mais ônus para o consumidor”, disse o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, que fez o anúncio nesta quinta-feira (25). Para o consumidor, isso deverá resultar em uma redução média entre 6% e 7% na conta de luz.
Neste mês, o governo anunciou que, em março, seriam desligadas sete usinas térmicas com custo de geração acima de R$ 420 por megawatt-hora (MWh). Posteriormente, foi decidida uma redução incluindo 15 usinas que geravam energia a um custo de R$ 250 por MWh.
“Agora estamos anunciando o desligamento das usinas térmicas com custo de geração acima de R$ 211. Com isso, a partir de abril, entraremos em regime de bandeira verde. Ao adotar a bandeira verde, deixa-se de cobrar esse ônus. Mas em março ela continuará amarela”, disse o ministro.
Ao todo, em abril, 5 mil MW gerados pelas térmicas já terão sido desligados do sistema, o que representará uma economia total de R$ 10 bilhões ao ano. Braga disse que, mantida a previsão positiva da situação hidrológica, mais 2 mil MW gerados em usinas térmicas poderão ser desligados nos próximos meses.
Todas essas decisões são tomadas durante as reuniões do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, que avalia fatores como entrada de nova energia, capacidade dos reservatórios e comportamento de carga.
“Não é apenas uma questão de redução de consumo. A entrada da energia gerada em novas usinas, como as de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio tem contribuído ”, acrescentou Braga.